Foi divulgada uma nova entrevista com o Mark Damon e o Jamie Perkins onde é discutido o ínicio da banda, a inspiração por trás das músicas, possíveis colaborações e planos para o futuro. Confira a mesma traduzida abaixo:

No começo, a vocalista da The Pretty Reckless, Taylor Momsen, fez o seu nome como atriz estrelando em  How The Grinch Stole Christmas, Spy Kids 2 e Gossip Girl, para nomear alguns poucos títulos. Isso foi uma faca de dois gumes, chamando a atenção de algumas pessoas, mas fazendo outras achá-la irrelevante?

Mark: Bastante, é definitivamente uma faca de dois gumes. Isso deu para banda atenção no início por causa da sua fama, mas as pessoas não a levavam a sério como cantora por causa disso. Jamie e eu sabíamos pouco sobre Taylor antes de começar a sair com ela. Então para nós, ela era uma cantora primeiramente. E escutar ela cantar – porra, ela é incrível! Para pessoas que não a conheciam no mundo da atuação, parece lógico que ela era uma cantora porque ela é muito boa. As pessoas que a conhecem do mundo da atuação e estão tentando levá-la a sério, está levando mais tempo. Mas ela está trabalhando duro para fazer isso acontecer. E espero que as pessoas estejam percebendo o quão boa ela realmente é.

Da onde vem o nome da banda, The Pretty Reckless?

Mark: Soava melhor que The Moderately Reckless.

Jamie: Taylor veio com a ideia de The Reckless, mas tivemos problemas com direitos autorais, algumas coisas legais que a impedira de usar esse nome, então nós só transformamos em The Pretty Reckless. Mas eu não acho que exista nenhuma história por trás disso.

O álbum debut da banda, Light Me Up, foi lançado em 2010, seguido pelo Going To Hell que foi lançando em março de 2014, entrando no Billboard Top 200 Chart em #5.  O que vocês sentiram quando receberam a ligação da gravadora dizendo a posição que ele alcançou? 

Mark: Na verdade foi um texto do Ben (Phillips, guitarrista).

Jamie: Foi definitivamente uma surpresa.

Mark: Agradável, foi definitivamente uma surpresa.

Desde o início da banda, The Pretty Reckless tem feito alguns shows de abertura de alto nível, incluindo subir no palco antes de: Guns N’ Roses, Marilyn Manson, Fall Out Boy, Nickleback, e em breve, Halestorm. Como tem sido essa experiência? 

Jamie: Eu diria que todos tem sido bem legais. Não temos nenhuma história ruim. Você é a banda de abertura, então as vezes você não tem um soundcheck, mas todos tem sido muito receptivos e acolhedores; tem sido bem civilizado… para um bando de roqueiros.

Mark: Quero dizer, você nunca sabe o que esperar quando se está numa situação como abrir para Guns N’ Roses. Você escuta algumas histórias. Mas você chega lá e é tudo completamente profissional, todos muito amigáveis e legais. É tipo “oh ok, é assim que realmente é”

The Pretty Reckless não colaborou com nenhuma das bandas que abriu show no passado. Olhando para a turnê com o Halestorm, que começa em abril, vocês preveem algo entre Lzzy e Taylor?

Mark: Colaborações não é muito sobre o que a banda é.

Jamie: Nunca diga nunca, mas eu sei que a Taylor é muito exigente no que faz.

Mark: A música teria que ser a certa, teria que fazer sentido. Para que forçar algo?

Tentar bisbilhotar a verdadeira inspiração por trás de músicas como “Fucked Up World” e “Blame Me” desses caras é quase como tentar tirar sangue de uma pedra. 

Mark: Taylor não gosta de revelar sobre o que são as músicas, porque a pessoa que escuta pega a letra e transforma no que ele acredita que seja. Se ela disser exatamente sobre o que a música é, meio que arruinar a conexão pessoal que o ouvinte poderia ter.

The Pretty Reckless escreve músicas na estrada?

Mark: As vezes, é um pouco difícil.

Jamie: Ben e Taylor escrevem tudo. Quando estamos na estrada, eles gostam de focar na estrada.

Mark: É difícil de achar um lugar em que você está sozinho e separado.

Jamie: Longe do circo.

Vocês já começar a pensar no álbum número 3?

Mark: Ah sim!

Jamie: Com certeza. Mal podemos esperar para ir para o estúdio.

Vocês acham que ele será lançado no início de 2016?

Mark: Quando ele estiver pronto, ele estará pronto.

Jamie: Essa é a resposta.

As duas faixas bônus do Going To Hell são verões acústicas da faixa título e de “Sweet Thing”; as duas soam demais. The Pretty Reckless já considerou fazer um álbum acústico? 

Jamie: Tem estado nos planos. Nós estamos muito próximos de fazer um, mas ainda não sabemos o que vai acontecer. Difinitivamente está no radar.

Tradução por Taylor Momsen Brasil. Fonte

Escrito por Lívia Lino | 28/02/2015 | Categorias: Entrevistas
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1 Comentário em “[ENTREVISTA] Nova entrevista com Jamie e Mark.”


viviane | 02-03-2015 às 11:41 | Responder

Curtos e grossos haha


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